O evento é promovido pela CV Comunicação e deseja descobrir novos talentos
A proposta inicial do festival é dar uma oportunidade para grandes talentos. Hoje o mercado da música gospel tem crescido e assim também o número de cantores e ministérios que desejam um lugar ao sol.
O festival será realizado anualmente e tem por objetivo promover a arte e a cultura, incentivar os músicos à composição própria e aos novos estilos.
Regras:
Cada autor poderá inscrever individualmente ou em parceria, até três (3) composições que serão analisadas pela comissão de triagem, podendo classificar apenas uma composição que, posteriormente, entrará em votação pelo site.
As composições deverão ser inéditas, que nunca tenham sido registradas em CDs de músicas, em outros festivais, em filmes ou comerciais em geral. Um vídeo deve ser publicado no Youtube com a canção. Na página da inscrição o participante insere o link do vídeo, bem como arquivo em word ou pdf, constando o título da composição e sua respectiva letra.
Prêmios:
Os vencedores vão receber prêmios em dinheiro: R$ 2500,00 para o 1º lugar, R$ 1500,00 para o 2º e R$ 1000,00 para o 3º.
A votação será inteiramente pública. A produção vai interferir apenas na triagem das canções. Participe! Mobilize seus familiares, seus amigos e sua igreja. Todos podem votar!
As inscrições já estão abertas! http://www.festivalwebgospel.com.br/
Fonte:
Janaina Mangerote
(31) 9138-2033
@janamangerote
Skype: janamangerote
sábado, 14 de abril de 2012
MC Abel Vargas e banda Fixar lançam música na 2ª Coletânea de Hip Hop de Joinville - Mãos
Mãos! Quanta utilidade, praticamente indispensável, mas poucas vezes paramos pra pensar, nisso. Para execução das nossas atividades, para cumprimentar, acenar para um amigo, e como ferramenta pode ser usada pro mal e pro bem.
Quantas vezes, tudo que alguém precisa é uma mão!
A música Mãos faz parte da 2ª Coletânea de Hip Hop de Joinville, realizada pela Casa do Hip Hop Arte Inclusiva – CHHAI.
Abel foi um dos convidados a participar da coletânea, a música foi preparada especialmente para esse trabalho, escrita e produzida por Abel e tem participação da Fixar, banda de Rock de Joinville.
Espero que todos compreendam a mensagem da música, e possam enxergar as mãos de outra forma, vamos usá-la para o Bem!
Abel Vargas
Redação Super Gospel
Quantas vezes, tudo que alguém precisa é uma mão!
A música Mãos faz parte da 2ª Coletânea de Hip Hop de Joinville, realizada pela Casa do Hip Hop Arte Inclusiva – CHHAI.
Abel foi um dos convidados a participar da coletânea, a música foi preparada especialmente para esse trabalho, escrita e produzida por Abel e tem participação da Fixar, banda de Rock de Joinville.
Espero que todos compreendam a mensagem da música, e possam enxergar as mãos de outra forma, vamos usá-la para o Bem!
Abel Vargas
Redação Super Gospel
sexta-feira, 9 de março de 2012
Rede Globo pretende realizar três edições do Festival Promessas
Rede Globo pretende realizar três edições do Festival Promessas em 2012 27/12/2011
A intenção é filmar fora do Rio de Janeiro, já que no estado há diversos eventos do segmento
De acordo com o jornalista Lauro Jardim do Radar On Line, da Revista Veja, a Globo pretende realizar três edições do Festival Promessas em 2012, sendo duas edições regionais e uma nacional. O jornalista também informa que a emissora pretende gravar esses eventos fora do Rio de Janeiro, já que o estado recebe vários eventos do gênero durante todo o ano.
A intenção é filmar fora do Rio de Janeiro, já que no estado há diversos eventos do segmento
A aproximação entre a emissora e os evangélicos gerou muita polêmica no próprio meio, enquanto pastores como Silas Malafaia elogiavam a abertura que a Rede Globo estava dando para o segmento, outros líderes evangélicos não concordavam e protestavam não só contra a emissora mas também contra o “tipo” de evangelho que estava sendo pregado na TV.
fonte site. itingagospelO Festival Promessas 2011 aconteceu no dia 10 de dezembro no Aterro do Flamengo e contou com nove artistas evangélicos. A transmissão aconteceu no domingo, 18, e foi um grande sucesso em relação ao ibope da emissora que praticamente dobrou em relação ao mesmo horário do domingo anterior.
O evento teve como participação os cantores: Pregador Luo, Eyshila, Ludmila Ferber, Damares, Fernandinho, Regis Danese, Fernanda Brum, Davi Sacer e Diante do Trono. O sucesso do festival não foi mostrado apenas com a audiência, mas também nas redes sociais, pois enquanto estava sendo transmitido, o evento da Globo foi o assunto mais comentado no Twitter, entre as 10 palavras do Trend Topics Brasil oito eram sobre o evento.
sábado, 3 de março de 2012
Igrejas evangélicas viram celeiro de profissionais para músicos e bandas
Formados nos templos, profissionais fazem carreira no mercado secular.
Educação gospel abastece bandas de Fábio Junior a Racionais MC's.
Brown já foi a cultos atrás de músicos
(Foto: Caio Kenji/G1)
“Esse cara é bom, vem da igreja” é uma expressão comum, usada por músicos como Simoninha, na hora de avaliar alguns dos profissionais que trabalham com eles - no caso da banda do carioca, quatro dos sete músicos se encaixam na descrição. O papel preponderante da música dentro das inúmeras variantes de igrejas evangélicas no Brasil, criou, involuntariamente, um mercado paralelo de capacitação.
“A gente fala brincando, entre os músicos que não são religiosos, que não têm vínculo nenhum. É uma forma de dizer que o cara é disciplinado, maduro e competente. Tem muita gente dessas igrejas no meio musical, um acaba puxando o outro”, explica o filho de Simonal.
Alguns profissioanais, como Robinho Tavares, baixista de sua banda há 12 anos, chegam a atrair uma legião de fãs evangélicos por onde a turnê de Simonal passa. " Já virou piada. Vamos fazer show tem seguidores do Robinho, ele tem fãs no país inteiro."
Cantar é parte importante dos cultos evangélicos. Com a abrangência da oportunidade de integrar a parte musical do louvor, quem se converte muitas vezes acaba descobrindo um talento ou, pelo menos, a possibilidade de aprender a tocar um instrumento e cantar. O esquema é colaborativo, ou “mambembe mesmo, sem regra, ar condicionado, estrutura de sala de aula. É na base da repetição e autodidatismo”, como define o regente Nilton Silva, 37.
Como muitos talentos, ele cresceu no meio religioso. Seu pai, também maestro, logo que passou a frequentar os cultos recebeu a incumbência de tocar trompete. Sabia cantar, mas não tinha a mínima noção do instrumento de sopro. Em dois anos, assumiu o posto de professor e treinava novos recrutas.
“Meu pai é maestro desde que me conheço por gente. Ele aprendeu a reger sozinho e, depois que se converteu, passou a tocar trompete também. Aprendeu na marra, lendo partitura, estudando sozinho. O esquema é: senta aí e vai pegando com os que já sabem.”
Família Jackson
Nilton cresceu participando de corais gospel. Ele e os três irmãos formaram um quarteto na infância e faziam sucesso no cenário religioso. “Minha mãe aprendeu a tocar piano com meu pai e eles ensinaram tudo pra gente. Repetíamos o que eles mandavam, tínhamos uma voz boa, mas não sabíamos direito o que estávamos fazendo.”
Com o gogó afinado e popularidade nas igrejas evangélicas de Campinas, interior de São Paulo, aos 22 anos, ele dava aulas de canto particulares. Tinha seu cartão divulgado nos painéis dos templos e ganhava para ensinar o que sabia a quem estivesse disposto a pagar. Nessa época, resolveu montar um coral profissional. Convidou amigos e conhecidos competentes do meio e fundou o Kadmiel – segundo ele, o único coral do Brasil que não canta só dentro de igreja.
“A maioria dos contratantes não é evangélica, não tem vinculo nenhum. Em março, por exemplo, cantaremos no casamento da modelo Carol Trentini, em Santa Catarina. Ela não é evangélica. Trabalhamos muito bem nesse meio. Cantamos de tudo um pouco.”
A ideia transformou Silva em uma espécie de headhunter de backing vocals. Artistas como Simoninha, Paula Lima, Alexandre Pires, Sandy e Junior já procuraram por ele pedindo indicação ou até mesmo interessados em usar o coral em gravações de programas de TV, CDs e temporada de shows.
“A Paula Lima viu nossa apresentação e ficou encantada. Trocamos cartões e tempos depois ela queria indicação de cantoras para a turnê e gravação de CD. Minha irmã é do Kadmiel e foi backing dela durante um ano.”
Trampolim
Shirley Oliveira durante apresentação no bar The Orleans, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)Exportar talentos para o mundo secular passou a ser uma rota comum. Shirley Oliveira, 32, está como vocalista da banda do baixista Pixinga durante a temporada de shows que ele faz em um bar na zona oeste da capital paulista. Ela já fez segunda voz para Alexandre Pires, Jair Oliveira, Tânia Mara, Daniel e Jair Rodrigues. Foi para a igreja Universal aos 7 anos, influenciada por uma amiga.
Depois que virou cristã, enfrentou uma “peneira”, realizada pela esposa do pastor, que se encantou com o poderio de sua voz. Teve aula de técnica vocal, cantou em corais e, com o tempo, descobriu a profissão que queria seguir.
“Dos 7 aos 10 comecei abrir voz. Fiz regência com 15. Aos 16, descobri a música black gospel. Na época era VHS ainda, os colegas me davam fitas pra eu escutar. Fiquei apaixonada por esse tipo de música e fui de ouvido mesmo buscando ter aquele estilo, entonação vocal. Não tive estudo, fui pegando conforme era apresentada, ou descobria novas referências.”
Versáteis
O autodidatismo também deu a Aldo Gouveia, 42, um lugar cativo na banda do cantor Fábio Junior, com quem trabalha desde 2003. Antes disso, fez segunda voz em shows dos Racionais MC´s.
Segundo ele, o rapper Mano Brown chegou a frequentar alguns cultos atrás de cantores. “Temos amigos em comum, pessoas do meio. Ele precisou de backing em 96 e eu fiz alguns shows.”
Hoje, Aldo é produtor musical e tem um estúdio próprio no centro de São Paulo. Faz trabalhos para todo tipo de banda, mas considera a educação musical religiosa um atestado de qualidade e, principalmente, desenvoltura.
“Músicos da igreja têm que correr atrás. O acesso existe, mas não é uma formação de alto nível. Quem gosta, tem o sonho, se vira pra se capacitar. Com o tempo, isso foi formando um grupo seleto de profissionais mais versáteis, maduros e uma rede de contatos.”
fonte. G1
“A gente fala brincando, entre os músicos que não são religiosos, que não têm vínculo nenhum. É uma forma de dizer que o cara é disciplinado, maduro e competente. Tem muita gente dessas igrejas no meio musical, um acaba puxando o outro”, explica o filho de Simonal.
Alguns profissioanais, como Robinho Tavares, baixista de sua banda há 12 anos, chegam a atrair uma legião de fãs evangélicos por onde a turnê de Simonal passa. " Já virou piada. Vamos fazer show tem seguidores do Robinho, ele tem fãs no país inteiro."
Cantar é parte importante dos cultos evangélicos. Com a abrangência da oportunidade de integrar a parte musical do louvor, quem se converte muitas vezes acaba descobrindo um talento ou, pelo menos, a possibilidade de aprender a tocar um instrumento e cantar. O esquema é colaborativo, ou “mambembe mesmo, sem regra, ar condicionado, estrutura de sala de aula. É na base da repetição e autodidatismo”, como define o regente Nilton Silva, 37.
Como muitos talentos, ele cresceu no meio religioso. Seu pai, também maestro, logo que passou a frequentar os cultos recebeu a incumbência de tocar trompete. Sabia cantar, mas não tinha a mínima noção do instrumento de sopro. Em dois anos, assumiu o posto de professor e treinava novos recrutas.
“Meu pai é maestro desde que me conheço por gente. Ele aprendeu a reger sozinho e, depois que se converteu, passou a tocar trompete também. Aprendeu na marra, lendo partitura, estudando sozinho. O esquema é: senta aí e vai pegando com os que já sabem.”
Família Jackson
Nilton cresceu participando de corais gospel. Ele e os três irmãos formaram um quarteto na infância e faziam sucesso no cenário religioso. “Minha mãe aprendeu a tocar piano com meu pai e eles ensinaram tudo pra gente. Repetíamos o que eles mandavam, tínhamos uma voz boa, mas não sabíamos direito o que estávamos fazendo.”
Com o gogó afinado e popularidade nas igrejas evangélicas de Campinas, interior de São Paulo, aos 22 anos, ele dava aulas de canto particulares. Tinha seu cartão divulgado nos painéis dos templos e ganhava para ensinar o que sabia a quem estivesse disposto a pagar. Nessa época, resolveu montar um coral profissional. Convidou amigos e conhecidos competentes do meio e fundou o Kadmiel – segundo ele, o único coral do Brasil que não canta só dentro de igreja.
“A maioria dos contratantes não é evangélica, não tem vinculo nenhum. Em março, por exemplo, cantaremos no casamento da modelo Carol Trentini, em Santa Catarina. Ela não é evangélica. Trabalhamos muito bem nesse meio. Cantamos de tudo um pouco.”
A ideia transformou Silva em uma espécie de headhunter de backing vocals. Artistas como Simoninha, Paula Lima, Alexandre Pires, Sandy e Junior já procuraram por ele pedindo indicação ou até mesmo interessados em usar o coral em gravações de programas de TV, CDs e temporada de shows.
“A Paula Lima viu nossa apresentação e ficou encantada. Trocamos cartões e tempos depois ela queria indicação de cantoras para a turnê e gravação de CD. Minha irmã é do Kadmiel e foi backing dela durante um ano.”
Trampolim
Depois que virou cristã, enfrentou uma “peneira”, realizada pela esposa do pastor, que se encantou com o poderio de sua voz. Teve aula de técnica vocal, cantou em corais e, com o tempo, descobriu a profissão que queria seguir.
“Dos 7 aos 10 comecei abrir voz. Fiz regência com 15. Aos 16, descobri a música black gospel. Na época era VHS ainda, os colegas me davam fitas pra eu escutar. Fiquei apaixonada por esse tipo de música e fui de ouvido mesmo buscando ter aquele estilo, entonação vocal. Não tive estudo, fui pegando conforme era apresentada, ou descobria novas referências.”
Versáteis
O autodidatismo também deu a Aldo Gouveia, 42, um lugar cativo na banda do cantor Fábio Junior, com quem trabalha desde 2003. Antes disso, fez segunda voz em shows dos Racionais MC´s.
Segundo ele, o rapper Mano Brown chegou a frequentar alguns cultos atrás de cantores. “Temos amigos em comum, pessoas do meio. Ele precisou de backing em 96 e eu fiz alguns shows.”
Hoje, Aldo é produtor musical e tem um estúdio próprio no centro de São Paulo. Faz trabalhos para todo tipo de banda, mas considera a educação musical religiosa um atestado de qualidade e, principalmente, desenvoltura.
“Músicos da igreja têm que correr atrás. O acesso existe, mas não é uma formação de alto nível. Quem gosta, tem o sonho, se vira pra se capacitar. Com o tempo, isso foi formando um grupo seleto de profissionais mais versáteis, maduros e uma rede de contatos.”
fonte. G1
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